I'm a Cyborg but that's OK!


E ninguém se dignou a dar-lhe uma palavrinha. A brincadeira é fácil e intemporal: marcador, papel e fita-cola. Letra de imprensa, sem grandes cuidados gráficos, porque, no fundo, a piada está na mensagem depreciativa que se deixa nos costados do palerma.  Pelos vistos, ser funcionário da fnac e promover videogames vestido de cyborg é uma variante sui generis.

publicado por Capa Rota às 19:23 | comentar